Vivemos tempos em que envelhecer virou ato de coragem.
O etarismo tenta nos calar, nos empurrar para o canto,
como se a experiência fosse um fardo e não um legado.
Mas eu aprendi que o tempo não me enfraquece — ele me fortalece.
Deixem-me envelhecer em paz.
Sem a obrigação de parecer jovem,
sem precisar provar que ainda sou capaz.
Sou fruto das batalhas que enfrentei e das quedas que sobrevivi.
Cada ruga é um capítulo, cada fio branco uma vitória.
Já senti o peso do preconceito, as piadas disfarçadas,
os olhares que tentam diminuir o que vivi.
Mas o etarismo não me define.
A idade não é limite — é liberdade.
Hoje escolho o que me faz bem,
falo o que penso,
vivo sem disfarces.
Quero ao meu lado quem me enxergue além da aparência,
quem reconheça a força que o tempo me deu.
Encontrei na Cláudia o recomeço que a vida me devia —
um amor maduro, sereno, que não exige máscaras.
Com ela, reaprendi a sonhar e acreditar que ainda há muito a construir.
Não me interesso mais por ilusões.
Quero paz, amigos sinceros, e dias tranquilos.
Quero liberdade, dignidade e voz.
O etarismo pode tentar me silenciar,
mas sigo em frente — consciente, inteiro, e feliz.
Porque envelhecer não é o fim da estrada,
é apenas a vista mais bonita dela. 🌅
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